O que fazer na Itália em 15 dias?

Vamos conhecer um itinerário de quinze dias na Itália?

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Como visitar a Itália em 15 dias?

Um Itinerário na Itália de 15 dias

Musa inspiradora dos grandes artistas, a Itália é o berço da cultura renascentista. É um destino fantástico para qualquer tipo de roteiro, é tão rica em atrações turísticas que agrada a todos os viajantes.


QUANTOS DIAS EU PRECISO PARA VISITAR A ITÁLIA?


A Itália tem uma beleza infinita a oferecer, tesouros artísticos, paisagens encantadoras e delícias culinárias. Enfim, são tantos os motivos para deixar-se encantar pelas maravilhas deste país. Do fascinante cenário dos Alpes no Norte da Itália, passando pelo patrimônio histórico-cultural de toda a península até chegar ao Sul. Vulcões, ilhas de perder o fôlego e praias românticas acompanham o visitante durante sua viagem na Itália.


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Roma é apenas o começo, líder de inúmeras atrações que aguardam por você, durante seu roteiro pela Itália.

Bem, pronto para iniciarmos o nosso itinerário de quinze dias na Itália?

O roteiro terá quinze dias de duração, nossos destinos serão as cidades principais e arredores. Ficaremos em média dois dias em cada cidade (salvo algumas exceções); portanto, ao total serão sete cidades, mais os vilarejos e lugares que ficam perto dos locais mais famosos, turisticamente falando.

Iremos nos deslocar de trem, carro alugado, às vezes usaremos também o transporte público e, quando possível, iremos a pé.


PARA ENTENDER QUAL MEIO DE TRANSPORTE ESCOLHER LEIA O POST COMO ME DESLOCAR NA ITÁLIA?


Iniciemos nosso tour pela cidade de Veneza, ficaremos lá apenas uma noite para depois prosseguirmos para Mântua, e então Florença – onde nos hospedaremos por duas noites e visitaremos também Sena e San Gimignano. Seguiremos para Roma, onde ficaremos alguns dias a mais, assim passamos por Nápoles e arredores, retornamos para Roma e, finalmente, voltaremos para casa. Tudo isso em quinze dias.


ITINERÁRIO DE DEZ DIA NA ITÁLIA?


Lembrando que o tour é somente uma idéia, você poderá faze-lo obviamente como preferir, tirando e colocando cidades:)

Vamos começar!

1) Primeiro dia Veneza

Chegada em Veneza de manhã cedo, o trem nos levará até o centro da cidade (descemos na estação Venezia Santa Lucia). Veneza é uma cidade de cultura e arte, é uma das mais românticas do mundo. Sua originalidade é conhecida por todos, só a sua posição na lagoa já nos leva a compreender a grandeza que a torna tão bela.


COMO CHEGAR EM VENEZIA?


Como me locomover em Veneza?

Após termos tomado um bom café da manhã, pegaremos o caminho à Basílica de San Marco. Aproveitamos para pegar o traghetto perto da estação e chegamos à esplêndida Praça San Marco. Há também vários barcos turísticos, mas custam mais caro, com serviços adicionais que não encontramos nos transportes aquáticos (que funcionam como ônibus normais).


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Navegando pelo Grande Canal, teremos a oportunidade de passar em frente aos magníficos palácios e lindas igrejas, também passaremos embaixo da famosa Ponte Rialto. Descendo do traghetto, estaremos na praça mais frequentada de Veneza: a típica San Marco – em frente à Basílica, ao Palácio Ducal, a Torre do Sino e a belíssima vista da lagoa. Iniciamos com a visita à Basílica de San Marco e o Palácio Ducal, assim evitarmos as longas filas que se formam na entrada – principalmente perto da hora do almoço.

Conhecer a Basilica de San Marco em Veneza

A Basílica de San Marco tem padrão de arquitetura ocidental-oriental, único exemplar em toda a Europa. Só os magistrais mosaicos e os pisos da igreja já justificam a visita! Depois iremos conhecer o Palácio Ducal, teremos uma ideia de como eram os aposentos particulares do doge e também o tribunal da república ducal. Atravessando a famosa Ponte dos Suspiros, acessamos a prisão, de onde fugiu Casanova.

 

Passear em Veneza

A este ponto me parece obrigatório fazer uma parada para o lanchinho – e se quisermos um capricho não tão econômico, meu conselho é de comer em uma das históricas cafeterias na Praça San Marco, que exala a atmosfera da cidade banhada pelo mar. O nosso passeio continuará na parte da tarde com a Torre do Relógio e as lojinhas de produtos típicos. Essas lojinhas, chamadas “Mercerie”, ficam nas três ruas comerciais mais famosas de Veneza. Elas nos levam da Praça San Marco até as feirinhas da Ponte Rialto. Aqui os amantes das compras encontrarão tudo o que possam imaginar, e de todos os preços.


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Após termos conhecido a ponte, podemos escolher entre dois percursos para retornar novamente à estação: o caminho mais rápido é pegar o traghetto no ponto da Rialto até à estação. Já quem preferir passar mais tempo andando pelas vielas, é possível atravessar a Ponte Rialto e seguir a pé até os canais perto da estação (com este trajeto você levará de 30 a 40 minutos). Para atravessar o Grande Canal, pegue a Ponte degli Scalzi, que leva diretamente à praça que fica em frente à estação central. Agora nos resta jantar e dar uma boa dormida! Amanhã um novo dia nos espera.


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Se você preferir ficar mais um dia em Veneza, tire um dia de Mântua.

2) Segundo dia Mântua

Após um farto café da manhã, deixamos Veneza para pegar o trem para a cidade de Mântua.

Várias gerações de escritores, de Torquato Tasso a Charles Baudelaire, de Charles Dickens a Aldous Huxley, expressaram, cada um a seu modo, as diferentes emoções e sensações que tiveram durante a visita na cidade de Mântua. Uma cidade de beleza melancólica e sonhadora, com paisagens irreais dos salgueiros e canaviais, característica pela neblina e as árvores secas e amareladas à margem dos lagos… Por esse conjunto, Mântua nos presenteia com um fragmento de eternidade, um mito.

conhecer Mântua?
Vamos conhecer Mântua?

Ao entrar no coração de Mântua, capital da província homônima, a primeira coisa que vemos é seu lindo centro histórico, acessível pela Ponte de San Giorgio, que leva até o Castelo de San Giorgio (parte integrante do Palácio Ducal). Depois de chegarmos a Mântua, iniciamos nossa visita a esta cidade, começando pelo símbolo da nobreza dos Gonzaga: o Palácio Ducal – uma das mansões mais extensas e elaboradas da Itália (possui cerca de 500 aposentos, várias praças, pátios e jardins de inverno). Apesar da imensidão deste incrível palácio, é possível visitá-lo em apenas duas horinhas. A bilheteria fica embaixo do terraço, ao lado da Praça Sordello – funciona todos os dias, exceto segunda-feira. O Palácio Ducal é repleto de salas, dentre elas a famosa “Camera degli Sposi” (quarto nupcial), decorada pelo pintor Andrea Mantegna. Contornando o Castelo de San Giorgio, dá para acessar a Praça Sordello, onde encontramos a Domo de Mântua, ou seja, a Catedral de São Pedro Apóstolo – que representa o principal local de culto da região.

duomo mantova1

Nesta hora, antes de continuarmos com a visita pela cidade, faremos uma paradinha para almoçar em algum restaurante. Depois de um merecido descanso, seguimos com o passeio para admirar outros palácios importantes, como o Palácio d’Arco, o Vescovile, Bonacolsi, Ragione (localizado na famosa Praça Erbe) e o Palácio Te. Etapa obrigatória é a Casa de Mantegna, antiga residência do grande artista de Pádua, mandada construir em 1746, possui um valor histórico-artístico imenso. Mântua é conhecida como a joia do Renascimento, e também considerada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO. Já é tarde, temos tempo apenas de jantar e dormir.


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3) Terceiro dia Mântua ou cidades no arredor

Para esse dia aconselho a estar em Mântua ou pegar um carro em aluguel e tirar o dia para visitar essas localidades:

Estamos ainda em Mântua e depois de termos tomado café da manhã, iremos para Peschiera del Garda seguindo o Rio Mincio por cerca de 45 km – uma das regiões mais encantadoras do Lago de Garda. Além disso, o centro histórico é repleto de lojas e dá para fazer compras, se divertir e talvez agradar o paladar com os deliciosos pratos típicos. Outro lugar para se visitar perto de Mântua é Casalmaggiore, na província de Cremona (a exatamente quarenta minutos). A cidade oferece aos turistas um mix de cultura, história, arte e natureza. Aproveitamos e fazemos uma pausa para o almoço, saboreando algum prato típico do local. Depois disso, seguimos viagem de volta para Mântua, damos uma passeada rápida, jantamos uma comidinha leve e iremos dormir.

 

Peschiera del Garda
Peschiera del Garda
4) Quarto dia Florença

Depois de tomarmos café, deixamos a cidade de Mântua para seguir para a linda Florença – uma das cidades mais amadas do mundo, orgulho da Itália e da Toscana. Viajaremos para Florença no fim da manhã e iremos direto para a Igreja de Santa Maria Novella, que dá as boas-vindas aos visitantes, pois fica bem em frente à estação ferroviária de Florença. A S. M. Novella é uma igreja dominicana localizada na praça homônima, onde estão vários afrescos de Paolo Uccello, Masaccio e Ghirlandaio. Em Florença decidimos alugar um carro para nos locomover pelos arredores nos dias que se sucedem. Já é hora de almoçar em um dos maravilhosos restaurantes fiorentinos. Dedicaremos a parte da tarde para as compras nas inúmeras butiques e feiras da cidade.

Duomo di Santa Maria em Florença3


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 5) Quinto dia Florença

Depois de tomarmos café, reservaremos toda a manhã para o centro histórico – visitando a pé todos os monumentos, como a Catedral e a famosa Cúpula de Brunelleschi, o Batistério e a Ponte Vecchio (com suas lojinhas dos mestres ourives fiorentinos). À tarde visitaremos a Galeria degli Uffizi (por cerca de duas horas) e o Palácio della Signoria, depois estaremos livres para jantar e descansar.

Duomo di Santa Maria em Florença12

6) Sexto dia Siena

Aconselho a pegar um carro de aluguel para fazer o tour a partir de agora.

Depois de um bom café da manhã, deixamos Florença e seguimos para Siena, mas antes faremos uma parada em San Gimignano (um lindo vilarejo histórico nas colinas de Chianti). Ao atravessarmos os muros de San Gimignano, voltamos para o século XIII e encontramos um dos melhores exemplos da arquitetura urbana medieval da Europa – por isso merece o título de Patrimônio Histórico dado pela UNESCO. Considerada a “Manhattan Medieval”, San Gimignano é famosa pelas suas casas, as torres medievais, os muros altos e ruas estreitas. Não podemos deixar de visitar a Praça della Cisterna e a Catedral com a Colegiada – lá é possível apreciar os afrescos de Ghirlandaio e Benozzo Bozzoli. Também passaremos pelo Palácio de Podestà e a Igreja de Santo Agostinho.

Conhecer San Gimigniano

Façamos uma pausa para o almoço em um dos restaurantes típicos, assim experimentamos os sabores do vilarejo. À tarde seguiremos para Sena, e logo já estará na hora do jantar, depois iremos dormir – visitaremos a cidade só no dia seguinte.

7) Sétimo dia Siena

Depois de saborear um bom café, visitaremos a cidade e seu lindo centro histórico. Sena é considerada a cidade medieval mais bem conservada da Itália. Com suas ruas estreitas, a magnífica Praça do Campo e suas tradições seculares (como o Pálio, que acontece todo o ano e toma os principais quarteirões da cidade). Iniciemos com a visita da Igreja de São Domenico, que abriga as Relíquias de Santa Catarina (Padroeira da Itália e da Europa), também a Praça do Campo, onde ocorre a famosa competição.


O QUE FAZER EM UM DIA EM SIENA?


Piazza del Campo em Siena
Piazza del Campo em Siena

ITINERÁRIO DE CARRO NA TOSCANA?


Vamos a pé para a Catedral, uma das maravilhas do Romântico Gótico da Itália. A esta hora será o momento do almoço em um dos restaurantes típicos, para saborear os dotes culinários de Sena. À tarde continuamos com o passeio pelas ruas congestionadas da cidade, até à noite. Então jantaremos e iremos dormir. Amanhã será um novo dia!

8) Oitavo dia Assis e Todi

Depois de termos tomado café da manhã, deixaremos Sena e seguimos para Assis e Todi. Inserida pela UNESCO na lista de Patrimônios Históricos, Assis é uma cidadezinha que parece ter parado há alguns séculos. Ela exala uma atmosfera relaxante e sagrada, graças à paz do interior de Úmbria.

Basílica Santa Maria degli Angeli assisi Fonte bella Umbria
Basílica Santa Maria degli Angeli assisi Fonte bella Umbria

O QUE FAZER EM UM DIA EM ASSIS?


Claro que em Assis veremos a Basílica de São Francisco, também visitaremos o centro histórico, onde faremos uma pausa para o lanche. À tarde partiremos para Todi, onde dormiremos, e no dia seguinte seguimos para Orvieto.

Todi é uma das cidades mais lindas de Úmbria e da Itália, pela sua atmosfera medieval encantadora, pela sua localização e também pelos monumentos interessantes. O coração de Todi é a Praça do Povo, umas das mais famosas pela sua indiscutível beleza. Em volta da praça estão os principais edifícios, como a Catedral de Nossa Senhora da Anunciação, o Palácio dei Priori, o Palácio do Povo e o Palácio do Capitano. A esta hora paramos em algum restaurante típico para degustar nosso jantar, depois dormiremos.

Todi
Todi

 

9) Nono dia Orvieto

Depois de um bom café, deixaremos Todi e seguiremos para a cidade de Orvieto, para à noite chegar a Roma. Orvieto é uma cidade majestosa e encantadora. Com pouco mais de 1km de extensão e 800m de largura, a cidade narra uma história repleta de manifestações artístico-culturais, desde a época etrusca até o nosso milênio.

Orvieto duomo
Orvieto duomo

Podemos dizer que todo o planalto da Colina tufácia representa um conjunto monumental ao livre, onde é possível descobrir tantos tesouros escondidos, além da atmosfera característica da cidade. Vale a pena conhecer a Catedral, que surpreende pelos mármores coloridos e os mosaicos dourados na fachada. No interior da igreja estão localizadas duas capelas: a Capela do Corporal (onde fica a relíquia do Milagre de Bolsena) e a Capela de São Brício (decorada com afrescos de 1500, obra de Luca Signorelli). À direita da catedral, na Corso Cavour, surge o Palácio dos Papas, em estilo gótico. A Torre do Moro tem vista para toda a cidade, garantindo uma paisagem extraordinária. Bem na entrada da cidade fica o Poço de São Patrício, obra magistral de Antonio da Sangallo (com 62 metros de profundidade, é equipado com dois lances de escada em dupla hélice sobrepostas, que serviam para o transporte de água). Depois de termos terminado a visita à cidade de Orvieto, partimos de volta para Roma – aonde chegaremos tarde da noite, apenas para jantar e dormir.


SAIBA MAIS SOBRE ORVIETO


 10) Décimo dia Roma

Partida para Roma. Aconselho a entregar o carro e visitar Roma com os transportes públicos.

Vamos iniciar o nosso tour para descobrir as maravilhas da “cidade eterna?

Roma é sem dúvidas uma das cidades mais lindas do mundo, e não dá para descrevê-la em páginas. É por isso que vamos nos hospedar alguns dias a mais nesta cidade incrível, justamente para termos a oportunidade de aproveitar melhor parte de sua grandeza.

Para visitar Roma não vale a pena alugar um carro, pois o trânsito caótico arruinaria a viagem. Optamos por usar o metrô, quando possível, ou então pegaremos um táxi. De qualquer forma, faremos longos passeios a pé, já que cada rua de Roma é um pedaço de história, de arte e de cultura.


COMO SE LOCOMOVER EM ROMA?


Roma panoramica
Roma panoramica

Sempre que devemos decidir o que ver em Roma, deparamos com um problema na hora de escolher as atrações, pois são várias. Três dias voam!


O QUE VISITAR EM ROMA EM 3 DIAS?


Principalmente quando nos programamos para uma atividade agradável como visitar a capital da Itália. Para não perder a oportunidade de vivenciar toda a magia romana, é sempre bom ter em mente uma ideia clara dos lugares aonde ir e o que visitar. Iniciamos o tour em Roma conhecendo a Praça do Povo, depois iremos visitar o Obelisco Flamínio e também a Via del Corso. Podemos desviar o caminho pela direita, na Via della Frezza para ir ao Ara Pacis, até chegar à Via Condotti (a rua das lojas chiques).


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Ao chegarmos à Praça Espanha, aos pés da igreja Santíssima Trindade dos Montes, é possível beber água de ótima qualidade na fonte (toda água em Roma é potável e boa). Subimos então a escadaria para apreciar a vista. Estaremos a poucos passos da linda “Fontana di Trevi”. Após uma breve parada, entramos na Galeria Alberto Sordi e saímos para a Praça da Coluna, onde está o Palácio Chigi. Passamos pela Câmara dos Deputados em direção à Praça da Rotonda (uma das mais lindas de Roma, onde está o magnífico Panteão). Seguimos para o Palácio Madama (sede do Senado da República Italiana) e depois nos dirigimos à Praça Navona (onde se encontram a linda Fonte dos Quatro Rios, de Bernini, e a Igreja de Sant’Agnese in Agone).

Iremos ao Castelo Sant’Angelo e visitaremos as prisões (€5 por pessoa) onde se passa a ópera “Tosca” de Giacomo Puccini. Depois subiremos até o terraço do castelo, do mirante é possível ver o corredor que liga o castelo à Basílica de São Pedro. Finalmente, merecemos uma ótima refeição em um dos restaurantes típicos. Por hoje é só, agora faremos o merecido descanso.

11) Décimo primeiro dia Roma

Vamos tomar um bom café da manhã – hoje será um dia cheio, por isso precisamos de energia. Veremos o Coliseu (o “centro do mundo”), depois seguiremos para os Foros Romanos (literalmente incríveis) e então terminamos o dia na famosa “Boca della Verità”. O Coliseu, originalmente conhecido como “Anfiteatro Flávio”, é a arena romana mais famosa e está situada no centro da cidade. Quando se vai a Roma não pode voltar para casa dizendo que não entrou ali.

Castel Sant Angelo em Roma
Castel Sant Angelo em Roma

O nome Coliseu” vem de colosseo, derivado da estátua “Colosso do Sol” (adaptação do Colosso de Nero). Hoje é o símbolo da cidade e uma das maiores atrações turísticas de Roma. Continuamos nosso passeio com o Foro Romano – o sítio arqueológico mais importante de Roma, que vai desde o Capitólio até o Monte Palatino.

Coliseu interno
Coliseu interno

Desde o século VII a.C., havia nesta área atividades políticas, comerciais e religiosas. Ao Foro Romano estão ligados também os Foros Imperiais, o Foro de César, de Augusto, de Nerva, de Vespasiano e o imponente Foro de Trajano (do qual ainda estão conservados os mercados e as colunas). Neste momento estaremos na hora do almoço, por isso faremos uma pausa. Depois de recarregados, visitaremos a “Bocca della Verità”.


LEIA TODAS AS NOSSSAS DICAS SOBRE ROMA


Boca della veritá, Roma
Boca della veritá, Roma

A “Bocca della Verità” é uma antiga máscara grotesca de mármore pavonazzo, pendurada em frente à basílica de Nossa Senhora em Cosmedim, de 1632. Este é um dos monumentos imperdíveis. A grande máscara é famosa pela antiga lenda – presume-se que tenha sido este o objeto citado no século XI nas “Maravilhas da Cidade de Roma” (Mirabilia Urbis Romae, um guia medieval para os peregrinos), em que se atribui à “Bocca della Verità” o poder de anunciar profecias. O nome “boca da verdade” surgiu em 1485, e a escultura permanece até hoje mencionada entre as curiosidades romanas, é frequentemente reproduzida em desenhos e gravuras. Os turistas formam fila para fazer uma foto com a mão dentro da boca mágica – não é à toa que está sempre nos passeios guiados. Estamos contentes por tanta arte que vimos, mas cansados. Vamos jantar e dormir.

12) Décimo primeiro dia Roma

Chegamos à última etapa da nossa visita em Roma, outro lindo dia! Depois de um ótimo café, iremos admirar as Catacumbas dos Capuchinhos na Via Veneto – trata-se de uma cripta dentro de uma igreja, com esculturas feitas de ossos humanos. Depois iremos às Termas de Caracala e enfim para o Trastevere. Não colocamos os Museus do Vaticano, pois a visita dura quase três horas (é preciso pegar as longas filas e perderíamos praticamente toda a tarde com isso – fecha às 18:00h). Mas essa é uma tua decisão! Tire qualquer coisa do nosso roteiro e coloque o Museu porque na minha opinião é uma das melhores atrações de Roma!


VAMOS VISITAR O MUSEU VATICANO?


Museu Vaticano em Roma
Museu Vaticano em Roma

Nas Catacumbas dos Capuchinhos os frades foram enterrados até 1870. O cemitério na Capela da Missa era reservado para as sepulturas dos pobres (onde os capuchinhos se retiravam todas as noites antes de repousar). Por volta da metade de 1700, após várias intervenções, este lugar de oração e reflexão foi transformado em uma obra de arte. O ingresso custa €1, é apenas uma ajuda de custo para manter a cripta em bom estado. Se você quer contar que viu coisas peculiares, esta é uma das atrações imperdíveis. Faremos uma pequena pausa para o lanche e seguimos para as Termas de Caracala.

Terme de Caracalas em Roma
Terme de Caracalas em Roma

As termas constituem um dos mais grandiosos exemplos de banhos imperiais em Roma, sendo ainda hoje conservadas em boa parte das estruturas – salvas dos edifícios modernos. Foram solicitadas pelo Imperador Caracala Aventino entre 212 e 217, como mostra a identificação nos tijolos. Os “Banhos de Caracala” eram grandiosos, mas destinados apenas para a minoria que vivia na Região XII. Agora iremos ao Trastevere, um dos bairros mais famosos nos guias de Roma.

Transtevere
Transtevere

Em suas origens, em 754-509 a.C., a área do Trastevere era uma terra inóspita que pertencia aos Etruscos. Roma a ocupou para vigiar o rio de ambos os lados. Em todo caso, havia apenas uma importância estratégica – na verdade, o Trastevere era conectado ao resto da cidade apenas por uma frágil ponte de madeira, a Ponte Sublício. Hoje o Trastevere mantém ainda sua personalidade, graças às ruas curvas cobertas de sanpietrini (piso de pedra, típico de Roma) com vista para as casas populares da época medieval. À noite a rua fica lotada – tanto os italianos como os estrangeiros vêm aos restaurantes e bares de todas as faixas de preço. É um dos bairros mais alegres e característicos da cidade. Jantemos então aqui no Trastevere e depois iremos dormir.

13) Trigésimo dia Nápoles

Te aconselho a partir com o carro! ou com um trem, mas para ir na Costeira Amalfitana vai precisar do carro, que pode pegar diretamente em Nápoles.


SAIBA TUDO SOBRE NÁPOLES


Depois de tomarmos café, nos despediremos de Roma e partimos para Nápoles. Essa é uma cidade excepcional, vigiada do alto pelo Vesúvio, pátria da boa comida italiana, do sol e de gente alegre – tipo de pessoa que dificilmente encontramos em outras partes do mundo. Para conhecer Nápoles em um dia é possível começar com a Praça Garibaldi e iniciar o percurso até a galeria, em direção a Pozzuoli. Passando por Pignasecca, caímos na via Toledo. Daqui podemos visitar os Quartieri Spagnoli (característico bairro da cidade), a linda Galeria Umberto I e também o majestoso Teatro Real de San Carlo, (onde dá para recuperar as energias em um típico bar do centrinho, para saborear um delicioso espresso napolitano e um docinho da refinada confeitaria da cidade, admirando a vista da Praça do Plebiscito). Continuando pela via San Carlo, acessamos a Praça Municipio, onde fica o Palácio San Giacomo e o imponente Maschio Angioino.

piazza plebiscito

É nesta hora que fazemos a parada obrigatória para comer a verdadeira pizza napolitana. Depois iremos para a Catedral, para chegar lá podemos pegar a via Port’Alba e a via S. Sebastiano, assim conseguimos apreciar no trajeto o pátio do Mosteiro de Santa Clara e a Praça de Gesù Nuovo. Ou senão também podemos escolher a via Benedetto Croce, que leva à Praça San Domenico, ou a via San Gregorio Armeno ou também a San Biagio dei Librai. Todos esses percursos dão para a catedral, famosa nas crenças populares por abrigar o sangue de São Januário. A esta hora já estará tarde, só nos resta decidir o restaurante para jantar e depois iremos dormir.

14) Décimo quarto dia Costeira Amalfitana/Sorrento

Hoje é o penúltimo dia do nosso roteiro! Após termos tomado café da manhã, partiremos para Sorrento e para a maravilhosa Costeira Amalfitana.

Costa Amalfitana

Sorrento é uma pérola da península homônima, que desde a época romana já era destino turístico – capaz de encantar pelo seu dom de satisfazer vários sentidos ao mesmo tempo. Sorrento não tem apenas mar, praia e natureza; também tem um centro histórico típico da região, que circunda a praça central dedicada a Torquato Tasso (famoso poeta que aqui nasceu). Não tem como escapar do longo percurso para a visita do domo, Catedral dedicada a São Felipe e São Tiago. Outro lugar sacro de grande interesse é a Basílica de Santo Antônio, localizada na praça homônima (muito bonita, aliás) – dedicada ao padroeiro da cidade. Depois de termos visto tanto esplendor, agradamos o paladar com um bom almoço nos restaurantes típicos (talvez um “nhoque à sorrentina”). Dedicaremos a tarde para passear e fazer compras nas famosas butiques de Sorrento. Depois de um bom jantar, iremos dormir.


DICAS SOBRE A COSTA AMALFITANA?


15) Décimo quinto dia Costeira Amalfitana/Sorrento

Chegamos ao último dia do nosso roteiro… Depois de um caprichado café da manhã, deixamos Sorrento para retornar a Roma ou o aeroporto de Nápoles, pegar o avião e voltar para casa.

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 Considerações Finais

O charme da Itália é o resultado de uma feliz combinação entre história, cultura e gastronomia. Apesar do patrimônio geográfico e a natureza magnífica das diversas regiões que encantam a todos nós, os tesouros histórico-culturais e a culinária são os protagonistas que fazem da Itália um país incomparável.

Este roteiro é uma pequena amostra de tamanha beleza. Esta viagem nos dá apenas uma ideia da elegância da Itália. Depois desta primeira experiência, você ficará animado para programar outra viagem – talvez com um pouco mais de tempo para aproveitar melhor o “Bel Paese”, com um ritmo mais lento, curtindo cada lugar.


DESCUBRA OUTRAS OPÇÕES DE ROTEIROS NA ITÁLIA DE 7/10/15/20/30 DIAS

 


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Os Melhores Conteúdos do Viajando Para Itália

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  2. O que visitar na Itália em 10 dias?
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  6. O que fazer em 1, 2, 3 ou 4 dias nas principais cidades italianas? Conheça itinerários em cada cidade que você vai visitar!
  7. As melhores dicas sobre alimentação na Itália? Vinho? Comida típica em cada lugar?Economizar? Roteiros de enogastronomia? Descubra tudo!
  8. Viagem de carro na Itália: Exemplos de roteiros nas principais regiões italianas!
  9. Quais são os principais monumentos turísticos na Itália? Quais são os monumentos imperdíveis e que você deve colocar no teu roteiro?
  10. Qual é a melhor época para ir para Itália? O melhor período? O clima na Itália?
  11. Saiba tudo sobre o Transporte na Itália? Trem? Carro? Como se deslocar? Comprar passagem de trem? Metro?
  12. Os melhores exemplos de roteiros turísticos na Itália? Monte o seu roteiro seguindo os meus conselhos!

Grande abraço da Itália,

Ana Patricia

 

10 Comentários
  1. Katia omura Diz

    Acho qye faltou colocar o casltel sant’elmo de napoli que tem uma vista panoramica incrivel da cidade! Além disso, não podia deixar de fora as ilhas de lá de perto! Como capri e ischia!!!

    1. Ana Patricia Da Silva Diz

      Oi querida.. obrigada pela excelente dica!! 🙂

  2. Marie de Carvalho Diz

    Oi Ana, a Itália é minha viagem sonho mas não deixarei Milão fora do roteiro.

    1. Ana Patricia Da Silva Diz

      🙂 Não deixe de acreditar nos teus sonhos!! E a Itália é realmente um sonho!!

  3. Cláudio Mesquita Diz

    Querida Ana Patrícia,
    Em primeiro lugar, quero parabenizar-lhe pelo blog, por demais informativo e uma delícia, como os sabores que rodeiam a extraordinária Itália.
    Estarei viajando no final do mês de janeiro e início de fevereiro para a Itália com minha família por 15 dias.
    Estou na fase de pensar o roteiro, porém estou com muitas dúvidas…
    No início, pensei, partindo de Roma, que é meu destino inicial, ir para o sul da Itália, começando por Nápoles, seguindo para Sorrento e Costa Amalfitana. No entanto, estudando os comentários de outros viajantes que foram no inverno e evitam as regiões praianas, devido ao vento frio do oceano e as atrações fechadas como os bons restaurantes, me fizeram trocar de região, seguindo para o norte e privilegiando as grandes cidades.
    Daí pergunto-lhe:
    Pensei em um roteiro, saindo de Roma, seguindo para Florença, Bolonha, Verona… daí minha dúvida! Sigo para as Dolomitas ou permaneço na Toscana, pegando um carro em à partir de Verona. (Veneza não mais farei, pois foi minha última rota). Quanto ao frio europeu, o mesmo não mais me intimida, depois de alguns anos só podendo viajar nesse período.
    Antecipadamente agradeço sua contribuição a minha angústia, rsss.
    Cláudio Mesquita.

    1. Ana Patricia Da Silva Diz

      Qeurido teu roteiro com as cidades mais de arte para esse periodo está ótimo… (deixa o sul da Itália para o verão/outono italiano). Dolomites nesse periodo é maravilhoso, por isso te aconselho a deixar o interior da Toscana para visitar em um periodo que não seja inverno, primavera e outono seria perfeito.. 🙂 Boa viagem!! Ana Patricia

      1. Cláudio Mesquita Diz

        Querida Ana,
        Obrigado por responder tão prontamente ao meu comentário e me dar uma luz na fase de criação do nosso roteiro.
        Estamos pensando em fazer essas cidades grandes de trem e alugar um carro, talvez saindo de Verona para as Dolomitas.
        Li o seu post sobre dirigir na Itália e confesso que fiquei um pouco assustado com tantas informações, rssss.
        Que cidades nas Dolomitas você indicaria para conhecermos?
        Você acha que deveríamos ter uma base de apoio na região para fazer os deslocamentos?
        Desde já, agradeço sua atenção em nos ajudar!
        Cláudio Mesquita

        1. Ana Patricia Da Silva Diz

          Oi Cláudio, sim, acho mais interessante e menos estressante fazer o tour com trem e pegar o carro em Florença para ir para Dolomites. Veja o meu post sobre Dolomites para conhecer melhor e entender qual poderia ser a tua base de apoio:) http://www.viajandoparaitalia.com.br/?s=dolomit
          Abraços,Ana Patricia

  4. ANTONIO CARLOS GALLO Diz

    Ana obrigado pelas dicas, meu sonho sempre foi ir para a Italia… meu avo veio de Licusati sul da Italia, então tenho que ir até lá, depois estarei livre para outros passeios. Tem algumas cidades que eu gostaria de colocar na minha rota ( ROMA , VENEZA , ASSIS, FLORENÇA,NAPOLES, E ALGUNS PONTOS DO LITORAL) estou perdido no roteiro, estou programando para ir em Agosto….Será que vc poderia me ajudar um melhor trajeto??Não posso ficar mais de 10dias….obrigado

    1. Ana Patricia Da Silva Diz

      Antonio bom dia, tudo bem? Deve fazer o tour começando por Venezia, depois Toscana, Assis, e ou ir diretamente para a Campania (Napolés, Costa Amalfitana e Licusani que está mais ou menos a 3 horas de Napoles) e terminar por Roma. Essa seria a melhor solução:) te aconselho a primeira parte fazer com trem e a partir da Toscana seguir com um carro.. a Campania não dará para fazer facilmente com transporte público, será necessário um carro:) para fazer tudo do melhor modo e otimizar o tempo. Grande abraço, Ana Patricia

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