Quais são as dez localidades imperdiveis do Vale de Aosta?

Esta região oferece uma vista de beleza incomparável, dando a seus visitantes cantos da natureza que só nesta parte da Itália você poderá encontrar.

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Quais são os dez locais do Vale de Aosta que você deve conhecer?

O Vale de Aosta está localizado na parte norte da Itália, na fronteira com a França e com a Suíça, é uma região predominantemente montanhosa que contém os picos mais altos da Europa, como o Mont Blanc, o Matterhorn, o Monte Rosa e o Gran Paradiso. Esta região oferece uma vista de beleza incomparável, dando a seus visitantes cantos da natureza que só nesta parte da Itália você poderá encontrar.


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O Vale de Aosta é uma região pequena, mas espetacular, onde para alegrar seus olhos haverá intermináveis cadeias de montanhas, vales imensos e mágicas aldeias antigas, também encontrará curiosidades e tradições do passado a serem descobertas.


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Neste texto, você verá quais são os dez lugares imperdíveis quando você decidir tirar férias neste lugar maravilhoso.

Monte Branco na vale d aosta
Monte Branco na vale d aosta

1) Começamos esta viagem por sua capital regional Aosta, a cidade romana de charme e elegância, uma das poucas na Europa capaz de juntar a oferta cultural e esqui. Situada no meio de montanhas importantes e na planície, onde corre o rio Dora Baltea, Aosta tem muitos restos de origem romana, como o teatro, o anfiteatro e a ponte, com ele também deve se visitar a Catedral, o Arco de Augusto e Castelo Jocteau. Além da bela paisagem que rodeia estes cenários, o centro da cidade de Aosta é esplêndido, rico em história e arte.


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Ruins of the Roman Theatre in Aoste Italy
Ruins of the Roman Theatre in Aoste Italy

Entre os monumentos históricos de Aosta, uma visita obrigatória é o Arco de Augusto, monumento erguido para testemunhar a vitória romana sobre os Salassos, a antiga Porta Pretoria, o Teatro Romano e as antigas muralhas da cidade, com várias torres como a Torre del Lebbroso e a Torre Bramafan, além da Torre Fromage e a Torre del Paileron, toda construções da era romana.


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Dos tempos medievais estão ali a Catedral de Santa Maria Assunta, São João Batista e a Colegiada de São Pedro e Sant’Orso. Outros edifícios religiosos importantes são a igreja de Santa Cruz e a Igreja de São Estefano.

2) Uma cidade no sopé de Mont Blanc para se ver é Courmayeur, um resort de inverno popular, muito frequentado também no verão. Ao longo do ano esta bela cidade atinge dezenas de milhares de visitantes, com acomodações lotadas, restaurantes e resorts de esqui muito frequentados.


Dicas sobre Courmayeur?


Courmayeur
Courmayeur

Courmayeur vive do turismo e é um destino certo, muito popular entre esquiadores e celebridades do mundo do entretenimento. As encostas nevadas são as principais atrações turísticas, embora o Centro do interesse continue a ser a Via Roma, onde estão os restaurantes mais importantes, as lojas dos grandes nomes internacionais, locais de entretenimento e residências VIP . O centro histórico de Courmayeur é caracterizado por casas alpinas clássicas e por casas de madeira apoiadas nas encostas, com vista para as pistas de esqui.

3) Visitando Courmayeur, você não pode perder a travessia de Mont Blanc, com os seus 4.810 metros da montanha, sendo mais alta da Europa. Mesmo se você não é um alpinista, você ainda pode visitá-lo através do teleférico de La Palud, perto de Courmayeur.

Em cada parada o panorama oferece paisagens dominantes que oferecem vistas panorâmicas que são difíceis de esquecer.

Mont Blanc
Mont Blanc

4) No coração do ‘Parque Nacional Gran Paradiso’ você pode admirar o Vale de Cogne, que leva o nome da cidade encantadora. Aqui está o jardim botânico ‘Paradisia’ com a exibição da típica flora alpina. O turismo nesta área está concentrado principalmente na área de Cogne.

Valle di Cogne. Fonte Elisabetta Donati Flick
Valle di Cogne. Fonte Elisabetta Donati Flick

Esta cidade, com suas típicas casas de madeira e vastas extensões de campos verdes, abriga vários monumentos de grande importância arquitetônica. Aqui você pode, de fato, admirar a Igreja Matriz de Sant’Orso, a Ponte Chevril, que fica no rio Grand Eyvia e as pequenas aldeias de mineiros em áreas exploradas para a extração de magnetite. Despois destes belos vales ficam as famosas cachoeiras de Lillaz, cachoeiras que mudam com as estações do ano, até congelar no inverno e que são compostas de três níveis e facilmente admiráveis graças aos caminhos simples que percorrem. As cachoeiras Lillaz, em Cogne, estão entre os locais mais visitados do Parque Nacional Gran Paradiso.

Aconselho a todos a chegar ao mirante mais baixo para apreciar o espetáculo extraordinário deste corpo de água cheia de espuma que quebra nas rochas. São muito admiradas por turistas e tem uma aparência muito fotogênica que muda durante as diferentes estações do ano e se transformam em gelo no inverno.

5) Agora vamos ao mais importante centro do Vale d’Ayas, Champoluc, que é uma vila dominada pela Crest, um grande planalto que, para muitos, é um destino turístico inevitável. A cidade é preenchida no inverno porque é parte da estância de esqui de Monterosa Ski, enquanto que no Verão é apreciada por seu centro de bem-estar e outras atrações turísticas e naturais.


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Champoluc
Champoluc

Aqui é obrigatório mencionar os ‘Sabots’, típicos tamancos feitos à mão, usando a madeira típica que também é usada pelos moradores em todas as estações do ano por sua excepcional capacidade de manter seus pés quentes e secos.

6) Quando você pensa em Vale de Aosta o que vem imediatamente à mente são os seus altos picos, pistas de esqui e caminhadas longas. Certamente o Vale de Aosta é rico em tudo isso, mas também tem um grande patrimônio histórico e cultural, onde uma das principais atrações são os seus muitos castelos. Provavelmente o mais famoso castelo é o Castelo de Fénis, bem preservado e caracterizado por uma infinidade de torres com ameias, localizado no município de mesmo nome “Fénis” que fica no topo de uma colina.

Castello di Fénis. Fonte Davide Oreglia Flick
Castello di Fénis. Fonte Davide Oreglia Flick

Este solar é uma verdadeira obra-prima da arquitetura medieval; antigo e impressionante centro do poder feudal da família Challant, colocado entre Chambave e Nus. Apresenta-se em toda a sua beleza no lado esquerdo da estrada e fica confortável e imponente em uma colina rodeada por prados e vinhedos magníficos. Este castelo foi concebido como um grande escritório de representação dos maiores expoentes da família antiga e nobre do Vale de Aosta, os Challant, que o dotou de um grande sistema defensivo, bem como elegantes decorações pictóricas para aumentar seu próprio poder e prestígio.


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Hoje o prédio é de propriedade da regiã do Vale de Aosta, e foi designado como a sede do Museu de Móveis de Aosta. É possível visitar o Castelo de Fénis seguindo um caminho que atravessa a construção, e que é oferecido todos os dias seguindo um determinado calendário.

7) Entre as mais belas montanhas do mundo, há a Matterhorn, uma pirâmide de rocha que fica ao longo de um punhado de pequenas aldeias, entre os quais existe uma das pérolas do turismo mundial, a cidade de Breuil-Cervinia. O coração de um magnífico anfiteatro com picos, embelezado pela silhueta do Matterhorn, a Breuil está entre os destinos mais exclusivos nos Alpes. A partir de Breuil-Cervinia, há cerca de meia hora, graças a um teleférico confortável e cênico, pode-se chegar ao Planalto Rosa, a maior estância de esqui de verão na Europa, um verdadeiro paraíso de gelo e neve permanente para esquiadores, que não conseguem renunciar às pistas nem mesmo em agosto.

Breuil-Cervinia. Fonte Flick
Breuil-Cervinia. Fonte Flick

Breuil-Cervinia começa a se desenvolver como um destino turístico já no século XIX e o desenvolvimento da estância, apreciado tanto no inverno e no verão, continua até hoje, com hotéis mais modernos, acolhedores que possuem spa e centros de bem estar, além de elevadores rápidos, instalações esportivas públicas, ciclovias e trilhas para caminhada nas montanhas para quem quiser atravessá-las a pé.

8) Outro destino que vale a pena visitar é Saint Vincent, que está localizado no coração do Vale de Aosta. Conhecida até 1945 como San Vincenzo della Fonte é uma cidade com cerca de 5.000 habitantes, a segunda mais importante e povoada da região, bem como recebeu a fama por suas belas paisagens é famosa, também, por seu casino.

Saint Vincent. Fonte. Flick Carmelo Raineri
Saint Vincent. Fonte. Flick Carmelo Raineri

Nesta parte oriental da Aosta, os romanos construíram a Via delle Gallie, uma estrada consular que remete ao período da colonização do Império Alpino. Da era medieval existem vários testemunhos, bem como alguns edifícios religiosos, como a igreja paroquial e os restos de fortificações que datam do século XII. Muito charmoso é o centro histórico caracterizado pelas ‘Rascards’, casas típicas de madeira e pedra do Vale de Aosta, construídas na cidade em 1600.

9) Para ver em Vale de Aosta há uma das mais belas aldeias, hospedada em um amplo e luminoso vale, que é revelada imediatamente com seus castelos cercados por parques seculares, sua igreja, seus palácios decorados com portas preciosas e grades de ferro forjado, suas pontes, suas aldeias recolhidas, torres e mais aldeias espalhadas ao longo das encostas do Monte Zerbion e Monte Barbeston, estamos falando de Châtillon. A cidade remonta ao século XIII, contém um grupo de casas dos séculos XVI e XVII e uma série de torres medievais bem preservadas ainda visíveis, bem como belos locais que transmitem muita paz e relaxamento. Neste lugar maravilhoso que você pode admirar os três castelos que se destacam na paisagem de Châtillon.

Châtillon. Fonte. Flick Carmelo Raineri
Châtillon. Fonte. Flick Carmelo Raineri

Além do castelo Challant, já mencionado, há também o castelo Baron Gamba, rodeado por um grande parque, sede da Pinacoteca Regional e o castelo Ussel, construído por Ebalo de Challant, em 1350, cuidadosamente restaurado e agora utilizado para exposições temporárias nos meses de verão. Interessante também é o Museu de arte sacra, que abriga móveis antigos e artefatos da Vale de Aosta.

10) O último local a ser visto é La Thuile, que é uma pequena cidade na parte mais ocidental do Vale de Aosta. O território desta área é dominado pelo Passo do Pequeno São Bernardo, onde você pode ver uma parede de pedra que serve como uma fronteira incomum, conhecida como ‘cromeleques’, monumento megalítico que remonta à Idade do Ferro. Na região ainda são visíveis os restos de dois ‘Mansiones’ do período romano, demonstrando a importância de La Thuile como ponto de parada no caminho para Gália. A França fica a apenas poucos quilômetros após Passo Pequeno São Bernardo, e é um ponto de trânsito vital entre as montanhas que foi espectadora da passagem de numerosas civilizações e culturas desde era pré-celta. A aldeia de La Thuile, no entanto, remonta à conquista romana, quando a estrada consular para a Gália correu por todo Vale de Aosta e chegou nas áreas de fronteira.

La Thuile. Fonte Flick
La Thuile. Fonte Flick

La Thuile é parte de uma área de esqui internacional, ligada à estância de La Rosière em Savóia, com uma sucessão incrível de pontos de vista, com seus 160 quilômetros de trilhas que atendem às necessidades de cada tipo de esquiador; a grande altitude das pistas também permite esqui até o final da primavera. No verão La Thuile é o ponto de partida para subidas à geleira Rutor, ou para caminhadas mais fáceis na região do Lago Arpy, Rutor e ao belo planalto Joux.

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Conclusões

Esta região oferece uma vista de beleza incomparável, dando aos seus visitantes cantos da natureza que só nesta parte da Itália que você pode encontrar. História, arte e cultura tornam o Vale de Aosta a região autónoma com um grande patrimônio que tem muito para contar.


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Ana Patricia

 

 

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