Vamos conhecer Lecce na Região da Apúlia?

Lecce é uma famosa cidade por seu estilo barroco. Na região da Apúlia, é também famosa pela arte de papel machê. Hoje vamos conhecer Lecce.

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Vamos conhecer Lecce na Região da Apúlia?

Conhecida também como a “Florença do Sul”, a “Senhora do Barroco” e a “Cidade das Igrejas”, Lecce é uma cidade cheia de encantos. Na belíssima região da Apúlia, Lecce se destaca e é uma cidade muito procurada, principalmente no verão. Vamos ao nosso ao nosso post do dia: Vamos conhecer Lecce na Região da Apúlia? Fique com a gente e faça o melhor do país da bota! Aqui no Viajando para Itália você realiza a viagem dos seus sonhos!!! Conheça também nossa Seção Hospedagens na Itália – Dicas para suas Férias!

1) Vamos conhecer Lecce na Região da Apúlia? BASÍLICA DE SANTA CROCE

Lecce oferece uma infinidade de atrações, principalmente em relação à cultura, história e nos oferece lugares fantásticos. Mas, afinal, o que ver em Lecce? Bom, a cidade oferece muitas oportunidades para uma curta caminhada em seu centro histórico. A imponente Basílica de Santa Croce é a expressão máxima da arquitetura barroca de Lecce. Nasce no coração da cidade, bem no centro, na Via Umberto I, e remonta ao século XVI.

Sobre a Basílica de Santa Croce 

É uma igreja maravilhosa e para termos noção de datas, basta pensar que a primeira pedra foi colocada ali em 1353. No entanto, as obras foram concluídas somente em 1699, depois de retomadas em 1549 pelos arquitetos mais importantes de Salento da época: Gabriele Riccardi, Giuseppe Zimbalo e Cesare Penna, assistidos pelos melhores e mais renomados mestres pedreiros e entalhadores da região. A passagem do tempo deixou sua marca, mas de forma muito positiva, e isso pode ser visto em sua fachada, que possui elementos típicos da Renascença do século XVI combinados com obras barrocas mais “recentes”, mas todos os detalhes respeitam uma harmonia de beleza irretocável que faz da Basílica de Santa Croce um dos símbolos de Lecce e de Salento. Ao lado da Basílica, que é o Duomo de Lecce, fica a estrutura do antigo convento celestino. O convento é um único bloco arquitetônico e seus detalhes barrocos na arquitetura são fantásticos.

2) Vamos conhecer Lecce na Região da Apúlia? PALAZZO DEI SEDILI E O ANFITEATRO ROMANO

Caminhando pela Via Umberto I, você chega à praça central de Lecce, a Piazza Sant’Oronzo, que é o centro da vida da cidade. Imensa, a Praça oferece uma incrível vista do Palazzo dei Sedili, a antiga prefeitura. Durante a construção do Banco da Itália, surgiu nas escavações um antigo anfiteatro romano, que hoje ocupa grande parte da área. Data do século I e é um dos monumentos romanos mais bem preservados de toda a região da Apúlia, juntamente com o teatro romano, datado do mesmo período, e está localizado na Via della Cartapesta, não muito longe da Piazza Sant’Oronzo.

Ao longo dos séculos, o Anfiteatro Romano de Lecce foi enterrado sob os escombros devido a terremotos devastadores. As escavações, realizadas no início do século XX, “devolveu” à cidade um terço da estrutura original. Segundo os arqueólogos, a parte restante da estrutura fica localizada no subsolo da Piazza Sant’Oronzo, que é também a Praça que abriga os edifícios mais antigos de toda a cidade. Aqueles que desejam fazer uma visita completa ao Anfiteatro Romano podem entrar em contato com o ponto de informações localizado perto do Castelo de Carlo V.

3) Vamos conhecer Lecce na Região da Apúlia? CASTELO DE LECCE

Por falar em castelo, já nas fronteiras do centro histórico da cidade, você encontra o esplêndido Castelo de Lecce, uma construção grandiosa e maciça fortemente desejada por Carlo V. Para sua construção, foi necessário demolir uma grande parte da fortaleza do século XIII, da qual hoje quase não restam vestígios. Originalmente, era cercado por um fosso, hoje há estruturas feitas durante o século XIX. Voltando, passe pelo lindo Palazzo del Governo: é uma construção belíssima, como todas as outras de Lecce.

Dica do Dia

  • Deixe seu olhar “passear” por Lecce! Observe detalhes, construções, palácios e cada pedacinho da cidade. É de impressionar!

4) Vamos conhecer Lecce na Região da Apúlia?  O FAMOSO PAPEL MARCHÊ

A arte do papier-mâché, cartapesta (em italiano) ou, simplesmente, papel machê, é um fenômeno único na Apúlia, e remonta ao período entre os séculos XVII e XVIII, quando, com o desenvolvimento das artes plásticas ligadas à multiplicação de igrejas e monumentos, artesãos de Lecce encontraram a arte de “plastificar” e “impermeabilizar” o papel, vendo ali a possibilidade de criar uma miríade de obras sagradas, que tanto atraíam os fiéis que peregrinavam pela região.

Materiais Alternativos

Esses artesãos não tinham materiais valiosos e precisavam usar materiais alternativos, não tão refinados como palha, trapos, cola e gesso, além de ferramentas modestas, mas, acima de tudo, precisavam ter paciência, criatividade e inspiração. Os artesãos chegaram ao ápice de personificar santos e figuras incríveis e, muitas vezes, somente com as mãos, assim, o papel machê era modelado e conseguia interpretar os sentimentos desejados. A coloração tornava a estátua “viva” e quase real e, assim, os trabalhos ganhavam fama e prestígio.

Os Primeiros na Atividade do Papel Marchê

Os barbeiros foram os primeiros a experimentar a atividade em que a sensibilidade e o artesanato se fundem. Esses artesãos usavam a sala dos fundos do salão como laboratório e, entre um corte de cabelo e outro, enchiam seu tempo livre modelando estátuas de papel machê. A coleção de papel machê mais antigo do qual se tem notícia na história de Lecce é de um barbeiro: Mesciu Pietru de li Cristi, apelidado assim por sua vasta produção de crucifixos.

Criação das Estátuas Sagradas

Atualmente a produção de papel machê, que na província de Lecce se concentra exclusivamente na capital, é sem dúvida o resultado de um artesanato muito próximo da pura expressão da arte e sensibilidade. Tem como objetivo a criação de estátuas que reproduzem itens sagrados, e são feitas, inclusive, em tamanho natural, o que requer habilidades técnicas e artísticas impecáveis, pois se devem considerar itens como posição estática ou dinâmica, figuração realista, rostos com expressões devotas, compactas, dolorosas ou alegres, ou seja, é um trabalho cheio de sugestões emocionais, e deve ser curada em todos os detalhes.

Nas últimas décadas, graças à abordagem dessa arte pelos jovens, a produção tem tomado novos caminhos, mas sem deixar a tradição de lado. Hoje já encontramos modelos novos e variados que retratam, além de itens sacros, bonecas, móveis, máscaras e brinquedos.

Como são feitas as obras em papel marchê?

Visitar uma oficina de papel machê é como ler uma história preciosa, única! Uma obra começa com um feixe de palha encaracolado, que dão a forma áspera a um núcleo de ferro fiado. Mãos, pés e cabeça são feitos separadamente, com argila e só depois se começa a usar o papel machê, que deve ser feito com carinho. Assim, aos poucos, a figura é vestida com várias folhas de papel, coladas camada por camada com cola de farinha, à qual é adicionada uma pitada de sulfato de cobre para repelir os vermes. Os antigos mestres adicionavam à farinha alume, eficazes contra o mofo.

A secagem é feita ao ar livre ou ao sol, e assim se conclui a primeira etapa do processo. Porém, para a secagem ser mais rápida, há alguns segredos: os “segredos do comércio”, que os artesãos quase nunca revelam. A preparação da cola, aparentemente é realizada apenas com água e farinha, mas deve-se deve incluir algum “ingrediente” misterioso, pois quando essa mistura ferve ela libera um cheiro inexplicável de cedro e incenso, maravilhoso – devo dizer!

O Segredo Principal

Os antigos mestres de papel machê dizem que a concentração é o segredo principal de quem trabalha com o papel, por isso são utilizadas pequenas colheres em brasa usadas para fixar os movimentos ou dobras que sofreram alterações durante a secagem e, assim, consolidar a estrutura da escultura.

Antes de concluir a obra pode-se usar um material chamado “cola pérola”, outra substância endurecedora que facilita o trabalho e que se transforma em um véu amarelo avermelhado, capaz de destacar os tons do papel. Por fim, a obra passa por um processo que requer muita experiência e o uso de um material mais adequado e específico, o gesso. Um dos favoritos dos artesãos é o gesso simples com o “gesso de Bolonha”, pois ele não muito poroso e é pouco absorvente, excelente como base para cores e douramento. Para o acabamento são realizados trabalhos que incluem rejunte, lixamento, coloração e decoração dos detalhes. As tintas mais usadas são tinta em óleo, mas alguns profissionais utilizam também tinta acrílica.

Informações Úteis

Imperdível em Lecce para os apaixonados para o papel machê é o Museu do Papel Machê. Lá você encontra inúmeros exemplares de obras incríveis feitas de papel machê em diversas formas e modelos.

Se quiser visitar um ateliê, você pode optar por:
  1. Ateliê Carmen Rampino – Piazzetta Gabriele Riccardi, 6 – Lecce.
  2. Mario di Donfrancesco – Via F. D’Amelio, 1 – Lecce.
Onde comer em Lecce?

L’Angolino di Via Matteotticom sanduíches deliciosos, oferece uma variedade enorme de recheios – bem caprichados – em um ambiente muito agradável. Vale conhecer! Onde fica: Via Giacomo Matteotti, 31 – Lecce. Horários: de terça a domingo, das 11h00 às 15h00 e das 18h00 às 23h00.


Como chegar a Lecce?


1) Como chegar a Lecce? DE TREM

A rede ferroviária de Lecce tem conexões diretas com as principais cidades italianas, como Roma, Bolonha, Turim e Milão. Ao chegar à estação de Lecce, localizada em um ponto central e a poucos passos da Porta Rudiae, saindo da estação você encontra a Porta Napoli, de onde você pode se deslocar facilmente pela cidade a pé ou com circulares SGM.

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1) Como chegar a Lecce? DE CARRO

De carro: localizada no ponto mais periférico da “bota” do mapa italiano, Lecce ainda é facilmente acessível de carro. As rodovias a serem consideradas são a A14 Bologna-Taranto e a A16 Napoli-Canosa. Em Bari, continue pela saída da rodovia em direção a Brindisi. Depois pegue a saída para S613, em direção a Lecce. Vindo de Gallipoli ou Maglie, utilize as rodovias 101 e 16, respectivamente.

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Conclusão

Com encantos únicos e atrações turísticas belíssimas, Lecce merece ser visitada, pelo menos, uma vez na vida; mas quando for embora, tenha uma certeza: você vai querer voltar! E se você se sentir inseguro ou não tem tempo, e precisa de ajuda para organizar sua viagem, não hesite em me procurar ! Vou adorar ajudar você a realizar sua tão sonhada viagem para a Itália. E como posso fazer isso? Continue lendo esse post até o fim e você entenderá como facilitamos a sua vida e a sua viagem:)

O meu post te ajudou? Se sim, não deixe de colocar o seu comentário abaixo, mas se ainda tem dúvida basta deixar o teu comentário abaixo que te respondo, O.K.?



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